Lady Di teria completado 56 anos de idade neste sábado. A princesa de consagrou por méritos de todas as esferas: por sua elegância, beleza, sofisticação, dedicação e benevolência. Ocupou com muita competência o posto de ícone feminino que marcou sua época. E entre os inúmeros títulos, o de fashionista é um dos principais.

Diana ousou, lançou tendências, designers e inspirou muitos públicos com seu estilo. Ela foi a primeira Princesa a escrever por si própria seus votos de casamento, discordando de se sujeitar aos votos oficiais da Família Real, que incluía promessas como a de obedecer ao marido – deixando claro na cerimônia de união que não faria isto.

Mãe pela primeira vez aos 20 anos, escolheu o nome dos filhos – contrariando os palpites de Charles. Sempre conversou com os filhos pequenos agachando para olhar em seus olhos, algo que nunca havia sido feito pela Família Real. Os filhos comiam no MC Donald’s, andavam de transporte coletivo, aguardavam nas filas como os demais em locais públicos.

A princesa sempre de dedicou para criar serem humanos éticos e íntegros para o mundo. Ao escolher um tubinho preto para um evento beneficente na Serpentine Gallery, Lady Di teve sua imagem estampada em diversos jornais, quebrando o padrão criado pelas demais figuras da realeza, que costumavam evitar muitas roupas com as quais pudessem ser consideradas “ousadas”.

A gargantilha de esmeraldas e diamantes também marcou o figurino da princesa, que usava como tirada em várias aparições ao público – foi o presente de casamento da Rainha Elizabeth II. Assumindo publicamente em uma entrevista à BBC, Diana teve coragem para abrir o jogo sobre a crise em seu casamento e a cansativa batalha contra a bulimia – transtorno que desenvolver por conta de estresse e ansiedade para manter as aparências positivas a respeito de seu relacionamento com Charles.

O dom de ajudar o próximo, de ter compaixão e benevolência são fortes lembranças do público a respeito de Lady Di. A princesa apoiava constantemente inúmeras instituições de caridade, além de ter atravessado um campo de minas terrestres em Angola com o objetivo de conscientizar os habitantes sobre o perigo que os conflitos civis representavam para ao africanos.

Quebrou os padrões ao apertar a mão de um portador do vírus HIV, e no Brasil visitou crianças órfãs de pais soropositivos, quando a doença era um tabu, ainda em 1987 - e levou seus dois filhos para se depararem com o sofrimento do mundo real em várias instituições filantrópicas.

Uma mulher que marcou a história (muito mais do que por sua beleza), com sua personalidade e estilo inconfundíveis merece celebração!